BLOG

As 7 Ferramentas da Qualidade – Parte 4
quinta-feira, 6 de junho de 2019

Definição de 1 das 7 ferramentas   

Espero que tenham gostado da nossa postagem sobre  As 7 Ferramentas da Qualidade. Continue conosco e acompanhe a conclusão do assunto. Divulgue entre seus amigos, colegas e companheiros de trabalho.

As 7 Ferramentas da Qualidade – Última de 7 ferramentas

07 – Gráfico de Controle: 

O Gráfico de Controle é normalmente utilizado para acompanhamento de uma variável de processo ao longo de um determinado tempo e de seus limites estatísticos de variação, tendo como principal objetivo, a identificação da chamada “normalidade de processo”, ou seja, variações dentro dos limites esperados de produtividade ou rendimento.

Muito utilizado no controle de qualidade de uma cadeia produtiva em série, onde são produzidos itens com mesmas características, pesos, medidas, etc., por exemplo, nas indústrias alimentícia e farmacêutica. Também é utilizado na área de serviços para medição de atividades ou serviços padronizados, por exemplo, substituição de ferramenta em linha produtiva (“SETUP”) ou coleta de dados preditivos em um oscilador de lingotamento.

O estabelecimento dos Limites Superior e Inferior de Controle (LSC e LIC) permite ao gestor uma identificação ágil e objetiva para o auxílio em decisões que possam impactar o processo, evidenciando e possibilitando o controle da variabilidade e do grau de não conformidade do mesmo.

Para um melhor entendimento e detalhamento desta ferramenta vamos trabalhar no exemplo a seguir.

Uma determinada empresa de precisa identificar se o processo de atendimento da equipe de manutenção às ordens abertas pela produção tem ocorrido dentro dos parâmetros especificados pelos gestores. Para isso, realiza um estudo utilizando o Gráfico de Controle para identificar os possíveis desvios em cada uma das quatro equipes de atendimento. Deseja-se conhecer o tempo que as equipes levam para atender às solicitações de manutenção, desde a abertura da nota até a liberação para execução da manutenção.

Passo 1 – Retirar amostra n de atendimentos; Passo 2 – Calcule a média Ẋ do tempo de atendimento da primeira amostra por meio da fórmula: Ẋ = X1 + X2 + X3 + … Xn / n Passo 3 – Calcule a Amplitude R, que seria o maior tempo menos o menor tempo observado da primeira amostra; Passo 4 – Retire outras amostras até completar k amostras (valor normalmente entre 20 a 25 amostras com 4 a 6 observações)

No exemplo: Seriam 4 Amostras com 6 observações de tempo:

Os valores de Média e Amplitude de cada uma das amostras, em valores aproximados:

Passo 5 – Traçar o gráfico. No eixo das abscissas coloque o número das amostras e no eixo das ordenadas, faça a escala para as médias Ẋ;

Passo 6 – Calcule a Média das Médias Ẍ (Ẍ = Ẋ 1 + Ẋ 2 + Ẋ 3 + … Ẋ n / k), no exemplo: Ẍ = (21+26+22+24+22) / 5 = 23

Passo7 – Calcule os Limites de Controle Superior e Inferior:

Limite de Controle Superior – LCS = Ẍ + A2Ṙ Limite de Controle Inferior – LCI = Ẍ – A2Ṙ

Onde Ṙ é a média das Amplitudes (Ṙ = R 1 + R 2 + R 3 + … R n / k), logo Ṙ = (7+8+12+11+13) / 5 = 10, e o valor de A2 é tabelado:

No exemplo, como foram 6 observações por amostra, então n=6: Limite Superior de Controle – LSC = 23 + (0,483)(10) = 27,8 Limite Inferior de Controle – LIC = 23 – (0,483)(10) = 18,2

Nota-se então que o Processo analisado está SOB CONTROLE, por estar dentro dos Limites Superior e Inferior de Controle.   Para traçar o gráfico Ẋ – Ṙ, siga o mesmo procedimento, mas agora a escala será para as Amplitudes R, a linha central será a média das Amplitudes (Ṙ) e os limites serão os seguintes:  Limite de Controle Superior – LCS = D4Ṙ Limite de Controle Inferior – LCI = D3Ṙ

O resultado no exemplo será:

Uma importante utilização do Gráfico de Controle é o chamado Gráfico de Controle np, para análise do número de peças com defeito. O procedimento é exatamente o mesmo que os anteriores, mas alguns detalhes fazem toda a diferença. Agora será analisada a Proporção Média de peças com defeito, e não simplesmente a média. Para isso, ao invés de Ẋ, é preciso calcular o Ṗ: Ṗ = d1 + d2 + d3 + … dn / nr, onde d=número de peças defeituosas, n=tamanho da amostra e r=número de amostras

Os limites também serão alterados para:  Limite de Controle Superior – LCS = nṖ + 3 √[nṖ(1- Ṗ)] Limite de Controle Inferior – LCI = nṖ – 3 √[nṖ(1- Ṗ)]

Outra importante utilização é o chamado Gráfico de Controle C, para análise do número de defeitos em peças. Neste gráfico tome n peças, calcule o Número Médio de defeito por peça, com a seguinte fórmula: Ċ = Total de defeitos nas n peças / n. Em seguida calcule os limites superior e inferior: Limite de Controle Superior – LCS = Ċ + 3 √Ċ Limite de Controle Inferior – LCI = Ċ – 3 √Ċ

Obs.: Para o caso em que LIC for negativo, utilize LIC=0.

Existe uma diferença importante entre os dados obtidos e calculados para obtenção dos diferentes Gráficos de Controle e as Especificações determinadas para qualquer processo que se deseja controlar. A princípio, as especificações são obtidas antes da análise, por isso, é importante acrescentar também no gráfico desenvolvido as retas de especificação com os respectivos limites inferior e superior, para saber se apesar de SOB CONTROLE, o processo está dentro das especificações.

 

A CRIMAR Engenharia Manutenção e Serviços Técnicos Ltda. é uma empresa de engenharia de manutenção industrial que atua nas áreas elétrica, mecânica, pneumática, automação, hidráulica, utilidades e isolamento térmico, tanto na execução de serviços quanto ao fornecimento de mão de obra terceirizada.

 

Áreas de atuação:

 

Manutenção industrial Campinas

Mão de obra terceirizada para departamento de manutenção campinas

Mão de obra terceirizada para execução de serviços de manutenção campinas

Formação de estrutura técnica para departamento de manutenção campinas.

 

 

Manutenção preventiva industrial

Manutenção corretiva industrial

Manutenção preditiva industrial

Manutenção preventiva elétrica industrial

Manutenção preventiva mecânica industrial

Manutenção preventiva pneumática industrial

Manutenção preventiva hidráulica industrial

Manutenção preventiva civil industrial

Manutenção preventiva utilidades industrial

Manutenção preventiva isolamento térmico industrial

 

Manutenção corretiva elétrica industrial

Manutenção corretiva mecânica industrial

Manutenção corretiva pneumática industrial

Manutenção corretiva hidráulica industrial

Manutenção corretiva civil industrial

Manutenção corretiva utilidades industrial

Manutenção corretiva isolamento térmico industrial

 

 

Manutenção de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Manutenção preventiva de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Manutenção corretiva de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Manutenção preditiva de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

 

Manutenção preventiva elétrica de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Manutenção preventiva mecânica de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Manutenção preventiva pneumática de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Manutenção preventiva hidráulica de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Manutenção preventiva civil de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

 

Manutenção corretiva elétrica de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Manutenção corretiva mecânica de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Manutenção corretiva pneumática de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Manutenção corretiva hidráulica de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Manutenção corretiva civil de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

 

Serviços:

Serviços de Manutenção preventiva elétrica industrial

Serviços de Manutenção preventiva mecânica industrial

Serviços de Manutenção preventiva pneumática industrial

Serviços de Manutenção preventiva hidráulica industrial

Serviços de Manutenção preventiva civil industrial

Serviços de Manutenção preventiva utilidades industrial

Serviços de Manutenção preventiva isolamento térmico industrial

 

Serviços de Manutenção corretiva elétrica industrial

Serviços de Manutenção corretiva mecânica industrial

Serviços de Manutenção corretiva pneumática industrial

Serviços de Manutenção corretiva hidráulica industrial

Serviços de Manutenção corretiva civil industrial

Serviços de Manutenção corretiva utilidades industrial

Serviços de Manutenção corretiva isolamento térmico industrial

 

Serviços de Manutenção de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Serviços de Manutenção preventiva de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Serviços de Manutenção corretiva de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Serviços de Manutenção preditiva de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

 

Serviços de Manutenção preventiva elétrica de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Serviços de Manutenção preventiva mecânica de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Serviços de Manutenção preventiva pneumática de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Serviços de Manutenção preventiva hidráulica de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Serviços de Manutenção preventiva civil de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

 

Manutenção corretiva elétrica de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Manutenção corretiva mecânica de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Manutenção corretiva pneumática de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Manutenção corretiva hidráulica de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

Manutenção corretiva civil de Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)

 

Fornecimento de Mão de Obra:

Eletricista de Manutenção

Eletricista manutenção

Eletricista Industrial

Eletricista Manutenção Industrial

Mecânico de Manutenção

Mecânico Manutenção

Mecânico Manutenção Industrial

Operador ETE

Operador ETE Industrial

Operador Utilidades

Operador de Utilidades

Operador Utilidades Industriais

Manutenção Preditiva

Manutenção Preventiva

Manutenção Corretiva

Manutenção pneumáticxa

Manutenção hidráulica

Manutenção elétrica

Manutenção mecânica

Soldador

Soldador Industrial

Pintor

Pintor Industrial

Serralheiro

Serralheiro Industrial

 

 

Contato:

www.crimar.com.br

crimar@crimar.com.br

Tags da postagem:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *